

Geração Y modifica as estruturas antigas das organizações e traz ao RH o desafio de entender como eles pensam e aperfeiçoar a maneira de incentivá-los e treiná-los.
Mas se estão causando tantos impactos e gerando conflitos, não é melhor simplesmente ignorar esses profissionais? Sidnei Oliveira, autor do livro Geração Y - Era das conexões - tempo de relacionamentos (Clube de Autores), acredita que não. Ele é enfático na análise: "A geração Y chegou e vai ditar os próximos 20 anos. Algumas empresas já acordaram para isso, enquanto outras encaram como problema. É fácil saber quem vai sobreviver".
Treinamentos individualizados
Já que não é possível ignorar os profissionais dessa geração, a resposta está em readequar toda a empresa para eles? Para Jucila Gosling, consultora de gestão de talentos da Watson Wyatt, tudo depende dos resultados trazidos por esses profissionais. Se eles representam, hoje, uma parte fundamental da empresa, é bom começar a reformar os programas. Mas a consultora defende cautela. Segundo ela, especialmente nas políticas de treinamento, as empresas precisam analisar com cuidado a sua situação interna e ver se a maioria de seus profissionais é Baby Boomers (nascidos entre 1945 e 1961), X (de 1961 a 1977) ou Y (de 1978 a 2000). "É bom lembrar que, com o passar do tempo, os Ys invariavelmente vão crescer e a estrutura vai precisar ser revista."

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