“Tenha escolhas que te façam arrumar energia e foco, elas te realizarão como pessoa”
Qual é a sua geração Y?

Conheça o perfil da geração Y, que está tomando conta do mercado de trabalho Se de um lado eles trazem dinamismo e inovação ao mundo corporativo, de outro causam estranhamento e desconforto aos gestores de gerações anteriores.

Quem é o profissional da geração Y? O que ele busca, quais são as suas contribuições e desafios? Qual é a dele, afinal?
Uma geração que se desenvolveu em tempos de grandes avanços tecnológicos e prosperidade econômica, que foi adulada e superprotegida por seus pais, que cresceu cercada de estímulos e ação e não quer saber de monotonia nem suporta ser contrariada. É mais ou menos assim que se define a geração Y, os jovens que nasceram a partir da década de 80 e que nos últimos anos vêm provocando uma transformação radical do ambiente de trabalho.

Se de um lado eles trazem dinamismo e inovação ao mundo corporativo, de outro causam estranhamento e desconforto aos gestores de gerações anteriores. O especialista Sidnei Oliveira, autor do livro Geração Y, falou conosco sobre essa geração, que está tomando conta do mercado de trabalho.

Qual é o perfil do profissional da geração Y?

A primeira característica é a conectividade. É uma geração mais plugada nas coisas – não só na tecnologia. Claro que a tecnologia é a maior manifestação, mas a questão vai além. É o jovem que vê conexões em coisas do cotidiano que aparentemente não têm ligação nenhuma, que soam abstratas para outras gerações. Por exemplo, um jovem pode conectar uma experiência de trabalho com uma experiência de lazer, o que é inconcebível para gerações anteriores. Expressões como “primeiro o trabalho, depois o lazer” não fazem sentido para ele. Outra característica é que essa geração é muito mais colaborativa. Não no sentido de espírito coletivo, comunitário da geração anterior, mas no sentido de trabalhar em equipe, se envolver em ambientes em que possam manifestar uma parte da coisa e não o todo. Ele quer pessoas em volta e acredita que as coisas só acontecem em colaboração. Outra característica é a individualidade. Não é no sentido do egoísmo, mas de deixar sua marca, mesmo que seja pequena. Ele quer participar de um projeto e deixar sua marca na experiência que está vivendo. Essas características estão cada vez presentes na forma de pensar e agir dos jovens.

 

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